sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Banco do Brasil de Araripina impõe escada íngreme para cadeirantes e idosos que precisam usar caixas e gerências




A escada da imagem não é de boate de luxo para gente em plena forma e com 'fogo' e dinheiro para gastar nas noitadas. Trata-se do único acesso ao primeiro andar do Banco do Brasil de Araripina. Por ela, o cliente/usuário é obrigado a passar, esteja em plena forma ou com qualquer tipo de dificuldade para caminhar. Não pense em incêndio nem em assalto - dos quais ninguém está livre. Pense apenas no sufoco diário para pessoas idosas ou com dificuldades em geral.
Quem reclamou? Quem ouviu a reclamação? Quem tomou as dores dos que dependem de fácil acesso para resolver problemas?
Não culpem gerentes. Nem o atual nem os anteriores. Eles só têm uma missão junto ao banco: aumentar clientes e vender serviços e produtos que aumentem os lucros. São impedidos de falar em gastos, acessibilidade, qualquer coisa que melhore a vida do cliente. Correm risco de serem 'promovidos' para 'Infernolândia'.
Portanto, se você quer ajudar Araripina a vencer esses gargalos, pegue a postagem e entregue a um promotor. Só assim a direção do Banco do Brasil vai lembrar que Araripina existe.
O Banco tem saídas. Basta, de início, abrir todo o térreo para caixas eletrônicos e para os caixas tradicionais que funcionam no primeiro andar, deixando o piso superior para serviços administrativos e gerências de negócio.  Quanto ao gerente, deve ter também uma salinha na parte inferior, para ficar mais perto do cliente e, de vez em quando, ouvir as queixas dos que não podem subir.

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