sábado, 26 de julho de 2014

Mané Garrincha deixou de ser estádio e passou a ser cartório. Com juízes presentes, poderia virar presídio.


Uma cerimônia de casamento foi o artifício usado pelo petista Agnelo Queiroz para justificar a inutilidade dos gastos e o rombo dos desvios na obra do Estádio Mané Garrincha. Em vez de dribles e gools, hipocrisia e apelo político. Tenha fé. O Brasil tem jeito. Mas só quando transformamos o estádio de Brasília num grande presídio federal destinado a receber os corruptos do momento. Com um governo novo ditando as regras e permitindo a validade das sentenças e aplicação das penas, claro.

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