domingo, 30 de março de 2014

PETROPÂNICO: PT cede ao PMDB nos estados em que havia conflito. Partido do mensalão tende a encolher para salvar pele de Dilma nas investigações

Duas raposas experientes tiram proveito da crise e roubam as bases que o PT pretendia expandir nos Estados

A iminência da abertura de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar a Petrobrás levou o Palácio do Planalto e o comando da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff a começar um processo de reaproximação com o PMDB, após semanas de uma intensa disputa política com o principal aliado. O objetivo é consolidar apoios no Congresso que ajudem a blindar Dilma durante a investigação. Em troca, o PT cede espaços na elaboração dos palanques regionais.

O primeiro caso a ser revisto foi justamente onde as negociações estavam mais complicadas: Ceará. No Estado, a crise na Petrobrás pôs fim à disputa de meses entre os irmãos Cid e Ciro Gomes e o senador Eunício Oliveira (PMDB), que reivindicava o direito de disputar o governo. Eunício, que chegou a ser convidado para assumir o Ministério da Integração Nacional para abrir caminho para os irmãos Gomes, rejeitou a oferta de Dilma e afirmou que só aceitaria a candidatura ao governo. Passou, desde então, a frequentar todas as reuniões de grupos dissidentes. Mas os problemas na estatal aceleraram a solução. Com o aval da presidente, ele será o candidato da base.

Aos irmãos Gomes restou o lançamento de Ciro ao Senado, numa disputa com seu ex-padrinho Tasso Jereissati (PSDB), apontado nas pesquisas como favorito à única cadeira em jogo. A entrada de Ciro na corrida ao Senado sacrificou o deputado José Guimarães, ex-líder do PT na Câmara e vice-presidente do partido.

A crise na Petrobrás também deverá empurrar o PT do Maranhão para uma aliança com o senador José Sarney (PMDB-AP) e com a governadora Roseana Sarney (PMDB). Até agora, uma forte ala do PT insistia em romper com os Sarney e apoiar Flávio Dino, do PC do B. Mas, por causa da CPI da Petrobrás, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva praticamente fechou o acordo para que os petistas desistam de Dino. Com isso, o PSB do governador Eduardo Campos formalizará aliança com o maior adversário de Sarney, lançando ao Senado o vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha.

Na Paraíba, a ordem é levar o PT para o PMDB do senador Vital do Rêgo. Escolhido em setembro ministro da Integração pelos senadores peemedebistas, Vital não chegou a ser convidado por Dilma para a função. No auge da crise com o PMDB, há um mês, ela ofereceu a ele o Ministério do Turismo. O senador não aceitou. Na coleta de assinaturas para a criação da CPI da Petrobrás, ele disse que não daria seu apoio por pertencer à base do governo. Dilma decidiu que o PT deverá apoiar o candidato Veneziano do Rêgo ao governo. Ele é irmão de Vital.

A CPI da Petrobrás deverá mudar também o quadro político em Goiás. O PT havia decidido que só se aliaria ao PMDB se o candidato fosse o ex-governador Iris Rezende. Mas o partido passa por uma disputa interna, com favoritismo de José Batista Júnior, o Júnior da Friboi. Há, nesse instante, uma pressão interna do PT para que o partido desista de lançar a candidatura do prefeito de Anápolis, Antonio Gomide, e apoie o nome do PMDB, mesmo que seja Júnior da Friboi.

O Planalto já sente os efeitos da reaproximação. A bancada do PMDB no Senado defende que o foco da CPI seja ampliado e alcance denúncias de cartel e fraudes em licitações de trens em São Paulo e o porto de Suape, o que atingiria partidos da oposição, como PSDB e PSB.

Danos. Com a estratégia de concessões nos Estados, o governo quer reduzir danos políticos que a CPI deverá causar. O mais certo deles é que Dilma vai atravessar a campanha presidencial tendo de administrar as denúncias contra a estatal e as revelações que forem surgindo. A economia também pode ficar mais vulnerável, já que a maior empresa do País estará sob investigação. Outro fator é que as condições da eleição na Bahia, o quarto maior colégio eleitoral do País, ficarão ainda mais difíceis.

"O ex-presidente da Petrobrás era do PT e agora está no governo Jaques Wagner, que era do Conselho de Administração na época em que a refinaria de Pasadena foi adquirida. A crise tem a digital do PT baiano", disse o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB), do grupo dissidente, irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que pretende concorrer ao governo do Estado contra o PT. "O desenrolar da CPI pode significar uma diminuição no apoio a Dilma. Se ela perder credibilidade, até partido que recebeu ministério na reforma pode pular fora", disse.

Como consequência, o PT da Bahia quer se fortalecer com outros partidos da base. O candidato a governador é o deputado Rui Costa, que terá na vice o deputado João Leão, do PP. Wagner desistiu de disputar o Senado para abrir espaço para o atual vice-governador, Otto Alencar (PSD). (Estadão)

quinta-feira, 27 de março de 2014

sexta-feira, 21 de março de 2014

Eis o homem que se juntou ao PT para dar tombo de mais de um Bilhão na Petrobras. Ele é financiador antigo de Lula e Dilma.

Este senhor aí da foto é Albert Frère, um megaempresário belga. O homem mais rico daquele país. Ele era o dono da refinaria Pasadena, por meio da Astra Transcor Energy, que foi comprada por U$ 42 milhões como sucata e vendida por U$ 1,12 bilhão para a Petrobras. Ele comprou esta refinaria em 2005 e vendeu 50% para a Petrobras em 2006, já por mais de U$ 300 milhões.

Este senhor possui 8% das ações da GDF Suez Global LNG, ocupando a cadeira de vice-presidente mundial nesta mega organização, maior produtora privada de energia do planeta. A GDF Suez possui negócios com a Petrobras no Recôncavo Baiano, mas seu principal negócio no Brasil é a Tractebel Energia, dona de um faturamento de quase R$ 6 bilhões anuais. É dona de Estreito, Jirau, Machadinho, Itá e dezenas de hidrelétricas, termelétricas, eólicas.

A Tractebel, que é da GDF Suez, que tem como um dos principais acionistas o senhor Albert Frère, que é um dos donos da Astra Transcor Energy, que passou a perna no Brasil em U$ 1,12 bilhão, foi uma grande doadora da campanha de reeleição de Lula, em 2006. A doação de R$ 300 mil chegou a ser contestada na sua legalidade. Também foi uma das patrocinadores do filme Lula, Filho do Brasil. Já em 2010, para a eleição de Dilma, a Tractebel doou quase R$ 900 mil.

O dinheiro que ajudou a reeleger Lula e eleger Dilma veio, assim, mesmo que indiretamente, da Petrobras. Daquela bolada que ela pagou, inexplicavelmente, pela Refinaria Pasadena. Como é pequeno este mundo da corrupção.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Empresarial CADUCEU inauguado em grande estilo

Acompanhando o ritmo de crescimento e modernização de Araripina, a Sercon Consultoria inaugurou, na noite do último sábado, dia 15, o Centro Empresarial CEDUCEU, empreendimento que passa a concentrar as atividades de quatro empresas. Além dos escritórios de contabilidade e o de treinamento, comandados por Everardo Alves e seu pai, Luis José Alves – SERCON contabilidade e SERCON treinamentos, o CADUCEU dará abrigo em Araripina a dois escritórios especializados em finanças públicas, o AVACON Contabilidade , que tem sede em Juazeiro do Norte e atende preferencialmente a prefeituras , e MAUÁ Advogados Associados. A quarta empresa parceira do CADUCEU é o Jornal Tribuna do Araripe, pioneiro na região, que vive um novo momento sob a direção de Aureliano, um empresário do setor gesseiro.
Sob olhares admirados de uma platéia composta por clientes, colaboradores e autoridades locais, Everardo convidou seu pai, um dos pioneiros no ramo de contabilidade em Araripina, Luis José Alves, para abrir a solenidade. Natural da vizinha Simões, Luis fez breve resumo da história da SERCON, que nasceu LJ no ano de 1971, a partir de quando começou a conquistar clientes e respaldo.
Everardo, por sua vez, destacou a importância dos clientes, dividindo méritos e sucesso com estes e especialmente com sua equipe de colaboradores. Chamados um a um, os técnicos da SERCON foram também aplaudidos pelos convidados. Além de Luis José e Everardo, fizeram uso da palavra o prefeito de Araripina , Alexandre Arraes; o representante do AVACON Contabilidade Pública Antônio Avartanhas, o representante do Mauá Advogados Associados e o empresário e parceiro do CADUCEU, Aureliano, que dirige o Jornal Tribuna do Araripe. O vice-prefeito Valmir Filho e sua esposa, Juíza do Trabalho Carla Janaína, e a primeira-dama do Município, Roberta Bertini Arraes, além de outras autoridades, estiveram presentes, numa clara demonstração da importância do empreendimento para Araripina e região.
 







terça-feira, 4 de março de 2014

O 'discurso' dos baianos na rua: "O PT rubou" - Demonstração clara de que o Brasil acordou de verdade.


Agora não resta dúvida. A festa que servia para anestesiar as massas já não cumpre seu papel. O baiano jogou a fama de alienado-despolitizado pro lado e soltou o verbo nas ruas de Salvador: "O PT roubou". Bela contribuição. Só mesmo o baiano para arranjar letra e melodia tão apropriadas para o momento.