domingo, 20 de outubro de 2013

Eduardo Campos presidente: O jeito mais fácil de isso acontecer é antecipar o segundo turno para o primeiro.

Eduardo presidente com o governador de Minas na vice. Socialistas e tucanos juntos já no primeiro turno. Marina senadora pelo Acre, Serra por São Paulo e Tasso governador do Ceará.

Onze em cada dez oposicionistas querem levar a eleição presidencial para o segundo. Trinta em cada dez brasileiros envolvidos com política querem ir ao segundo turno contra Dilma pela simples constatação de que, desta vez, até outro poste vence a petista. Dilma é um desastre como gestora e um susto de alma como debatedora. É fácil desnorteá-la na frente da TV. Ela esfrega as mãos e desliga o cérebro, deixando a boca aberta para dizer qualquer coisa ou simplesmente porque esquece de fechá-la.
Contudo, todos sabem que a máquina federal é poderosa; que as instituições são usadas para atropelar adversários e que há sempre uma emissora de empresário ou de bispo querendo ganhar um milhão a mais e para isto aceita fazer qualquer serviço sujo para enlamear sem provas um adversário do sistema. Já omitem o nome dos concorrentes pelo mesmo valor, deixando a impressão de que só o poste está se movendo.

SEGUNDO TURNO NO PRIMEIRO
Apesar de Aécio Neves aceitar as afirmações acima como verdadeiras, para ele a regra não vale. E deixa de valer por três razões básicas, a saber: 1) Ele não tem chance alguma de obter votações expressivas nos estados nordestinos contra o PT de Lula (solto por aqui); 2) Não tem a menor chance de transpor os muros erguidos pelos aliados de José Serra em São Paulo e Brasil a fora, pois todos sabem que a queda de Serra e ascensão de Dilma nas pesquisas são fruto da traição do mineiro em 2010; e 3) Aécio também é preguiçoso para estudar, para trabalhar e para pedir votos, com reflexos visíveis na sua performance em debates e até em entrevistas.
Por outro lado, a simpática Marina fala estranhamente estridente e tem fama de xiita. Muito dificilmente a população trocaria a segurança do (mal) que está aí por um voo sem destino certo com Marina.

SÓ RESTA EDUARDO CAMPOS
Por isto, para que a eleição vá ao segundo turno logo no primeiro, e para que o adversário de Dilma tenha o mesmo tempo de TV e rádio que a petista terá no horário eleitoral gratuito - podendo ser até mais; e espaço na programação normal de rádio, tv, jornais e revistas em igual monta,já a partir de dezembro, para que o verdadeiro fato novo aconteça em pleno clima de natal, é prciso que Aécio aceite os fatos e volte a Minas para dominar suas montanhas de ferro, reconquistando o governo e passando a Eduardo Campos a votação necessária para bater Dilma naquele importante Estado.
Assim, já a partir de janeiro do próximo ano, Eduardo Campos teria condições políticas e estrutuais de entregar o governo do Estado ao vice e partir para as brenhas do Brasil, junto com oposicionistas de peso, capitalizando todo o desgaste do PT, como rival único na disputa, garantindo assim a antecipação da eleição em seis meses e obrigando Dilma e seu guru a gastar toda munição antes mesmo do pleito começar. Desncessário dizer que Dilma não suportaria tamanha carga e que Lula não toparia voltar ao ringue para enfrentar toda a oposição unida e metade do seu time do lado oposto, capitaneado justamente pelo mais habilidoso e valente de todos.

O CENÁRIO
Eduardo Campos (PSB) presidente com Antônio Anastasia (PSDB), governador de Minas, de vice. Num só palanque, os dois melhores governadores do Brasil, ambos focados em gestão e resultados.  O resto do quadro em Minas seria Aécio para governador. O vice viria do PSB, para assim bater o petista Fernando Pimentel sem dó nem piedade. Desta forma, estaria resolvido com folga a eleição em Minas e a vantagem de Eduardo sobre Dilma poderia ultrapassar a casa dos 2 milhões de votos.
Em São Paulo, Serra disputaria o senado e o PSD de Kassab seria chamado à ordem para indicar o vice novamente, comprometendo-se com Eduardo Campos. Mais 4 milhões de votos de vantagem para Eduardo. José Serra e Alckmin, os dois traídos por Aécio, iriam gostar da desforra, até porque não vencem eleição presidencial e precisam de unidade para manter o tucanato vivo no estado mais rico do País. Serra, em seguida, seria nomeado ministro da Saúde.

Em Brasília, o candidato deveria ser Cristóvão Buarque, PDT, que já apoia Eduardo e tem o nome e a ficha limpos. Se, por acaso fosse vetado ou se chegasse a perder, seria nomeado Ministro da Educação, para por fim ao atraso educacional desta colônia desonrada de Portugal. O resto do Centro Oeste do Brasil já não gosta do PT. Goiás, Tocantins e os Mato Grosso do Norte e do Sul já reagem nas urnas ao desmantelo petista. Também já estão afinados com a mudança.

No Ceará, Tasso Jereissati seria convocado para aplicar uma sova histórica nos irmãos Gomes. Decerto, os trepidants dariam um mergulho, deixando a briga  PT x PMDB justificar a derrota, indicando algum aliado de confiança para disputar o senado.
No Piauí, todos são sabedores que o atual governador é do PSB e que não tem mais direito a reeleição. Também é do conhecimento de muitos que o homem forte da capital, Firmino Filho (PSDB), foi colega de faculdade de Eduardo Campos e que embarcaria alegre e contente nessa canoa.

No Maranhão, Flávio Dino (PC do B), de longe já amola a faca para arrancar o último pelo da família Sarney. É líder nas pesquisas e alinhado com Eduardo. Também está convencido de que Dilma e Lula não têm coragem de descer do palanque dos Sarney e do atraso.

No Rio Grande do Norte, o PT não tem força, pois lá as expressões políticas são do DEM e do PSB, que estando unidos são imbatíveis.

Em Pernambuco, PSB a cabeça, PSDB com Daniel Coelho na vice e Jarbas Vasconcelos para o senado.

Em Sergipe, o eleitor vai votar contra o PT para punir Marcelo Deda, atual governador que, como dizem por lá, foi o pior da história. Portanto, o palanque da oposição já nasce vitorioso.

Na Bahia, o neto de ACM que virou prefeito da capital recebe beijos de Dilma, depois de ter sido chamado na campanha de 'tampinha'. Por ser neto de ACM, é claro que está apenas embromando para tirar vantagens e que, na hora oportuna vai se juntar ao peemedebista Gedel Vieira Lima para derrotar o candidato de Jaques Vagner. Portanto, no maior reduto eleitoral do Nordeste, a  oposição tem muita musculatura caso saia unida. Os carlistas vão se juntar a quem tiver mais força para reconquistar o governo do estado, que há oito anos está com o PT.

Na Paraíba, o governador é do PSB de Eduardo Campos e a oposição é exercida pelo tucano Cássio Cunha Lima. Caso se juntem, trazem no balaio eleitoral mais de 50% dos votos.

O Norte não gosta muito de Dilma e o prefeito de Manaus é pró-Eduardo, apesar de ser tucano. Arthur Virgílio deu a volta por cima e derrotou os petistas na mais importante cidade da região amazônica. Portanto, mesmo que Dilma consiga vencer a eleição naquela região de baixa densidade populacional, a diferença será um ponto sem significado dentro do contexto.
Maria seria candidata ao senado pelo Acre e, desta forma, teria tempo de percorrer o Brasil aglutinando a REDE. Em seguida, seria ministra do Meio Ambiente.

Voltando para completar o Sudeste, resta dizer que no Espírito Santo o governador é do PSB e que no Rio de Janeiro o petista Lindenberg Farias é candidato a governador a qualquer custo, jogando no colo da oposição todos os demais votos e no colo do PT todo o desgaste do atual governador Sérgio Cabral.

O Sul do Brasil é rico, independente e consciente. O estado do Paraná é governado por um tucano; o Rio Grande do Sul é desgovernado por um petista e Santa Catarina por um aliado dos tucanos paulistas, que por sua vez conversa bem com Eduardo Campos. Os palanques fortes no Sul seriam encabeçados pelo PP no Rio Grande, PSDB no Paraná e reeleição de Raimundo Colombo (PSD) em Santa Catarina. Todos pró Eduardo numa eleição sem Aécio.

PT BANIDO
Como se percebe, o PT seria banido. Pagaria pelos seus erros nas urnas, já que na justiça está conseguindo protelar a punição pelo mensalão.
Por ironia do destino, o PT morreria abraçado aos Sarneys, Renans, Collor (s) e ao estimado Sérgio Cabral. Muito mercido.

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