sábado, 30 de março de 2013

O MARKETING DO FUTURO PRESIDENTE: DESENHA, EDUARDO!


O PT informa que a estratégia mercadológica para a reeleição de Dilma será baseada no tripé da queda dos juros, desoneração da cesta básica e redução da conta de luz. É uma grande oportunidade para a oposição, pois o tripé é volátil e só será mantido à base de truques. Com a inflação subindo, o congelamento dos juros vai ter um preço. É preciso que O OPOSITOR que vai ganhar, no caso Eduardo Campos, saiba explicar isso. Que deposite, logo na segunda-feira, nas várias modalidades de aplicação financeira, um salário mínimo. De corpo presente. O próprio candidato. Já bem dirigido. No ano que vem, na campanha, volte lá e mostre quanto as várias aplicações renderam, retirando a inflação. Provavelmente, nada. Que o candidato explique, então, didaticamente, que se algum brasileiro está querendo viver de poupança na aposentadoria, não vai dar certo no governo do PT. Não existe mais remuneração para o pequeno capital no Brasil. Eduardo também pode, com este mesmo dinheiro, fazer uma compra de alimentos. Um ano depois, sacar o dinheiro e ir ao mesmo supermercado, comprar as mesmas coisas, as mesmas marcas. Isto é mostrar inflação. A conta de luz, da mesma forma, será maior daqui um ano do que hoje, sem dúvida alguma. É hora da oposição preparar este tipo de campanha, clara, transparente e didática para a próxima eleição. Mostrando um Brasil de Verdade, contrapondo aos slogans oficiais, cuidadosamente construídos, desde o início da gestão Dilma. É fácil. Basta ser candidato e querer vencer. Basta explicar bem, bem direitinho,  tendo em mente que o brasileiro que decide na urna estuda pouco, precisando para tanto que muita coisa seja bem desenhada.
Desenha, Eduardo!
Vai virar cópia. Pode copiar. É de graça e livre de imposto progressivo.

Homenagens: Enquete ao lado

Se você tem opinião formada, aproveite a enquete ao lado para sugerir quem deveria ser homenageado em Araripina nas próximas inaugurações de obras. O debate é uma forma de evitar esquecimentos e inibir injustiças. Podemos influenciar a Câmara Municipal a formular uma lista com o nome dos que merecem homenagem, especificando o tipo de obra que pode levar o nome de cada homenageado. Esta lista poderia ser transformada em Projeto de Lei, crindo-se a 'fila' das homenagens, a qual seria encaminhada a Assembleia Legislativa do Estado, para que esta passe a respeitar a vontade das pessoas de Araripina e também a sua história sempre que colocar em pauta a votação projetos de lei denominando as obras estaduais em território araripinense.
A enquete ao lado não contempla todos os nomes merecedores de homenagem. É apenas o embrião de uma lista mais ampla. Mas você pode sugerir, tanto na postagem abaixo, que aborda o tema, como nas redes sociais, compartilhando a reportagem e abrindo o debate, com espaço para sugestões e justificativas. Se você não participa, não opina, acontecem as injustiças. Depois, nada pode ser feito. Apenas lamentado.
Aproveite e vote ao lado. Em seguida, ofereça sugestões na área de comentários.
A história de Araripina agradece. Juntos, podemos elaborar a lista, apresentando a melhor justificativa para defender o nome de cada homenageado, e a obra que pode ser usada para este fim. Seria um ´banco de dados', com histórico da pessoa e fotos, obedecida a vontade da família e com o devido aval de seus representantes.

CAUSA PRÓPRIA/SUGESTÕES
Na enquete, por questões óbvias, não apresentei a opção de José Lacerda Paixão nem de seu irmão Pedro Lacerda. Ambos continuam esquecidos pela câmara municipal. O primeiro foi proprietário de grande parte das terras que hoje compõem o bairro em torno da Rodoviária. Não fosse a sua determinação de abrir seu sítio para a passagem de ruas, Araripina contnuaria estrangulada, com  terrenos baldios nesta promissora artérea da cidade. Portanto, alguma rua ou praça neste bairro deveria ser reservada para homenageá-lo. Por sua vez, Pedro Lacerda era o proprietário de terras na Torrinha  e no entorno da AEDA e CAGEPE. Quase todo aquele bairro que se formou entre a BB 316 e AEDA lhe deve homenagem, assim como a Torrinha. A velha estrada que se estende após o Cavalete em direção aos Sítios Torrinha e Torre Grande deveriam ser denominados Rua ou Estrada Pedro Lacerda. O senhor Andrelino, que cedeu parte de suas terras para a AEDA e estádio municipal, também é merecedor de justa homenagem. Assim como seu Mundico, recém falecido. Por tudo que fizeram, e sobretudo pelos bons exemplos, já estamos passado da hora de homenageá-los. Com a palavra, Tião do Gesso.
Advoguei em causa própria para destravar a lista. Mas lembrei de seu Guilherme Andrade, ou Guilherme da Madeireia, de seu Té, Sargento Rafael, Teotônio Pinto, Antônio Simeão, Zé Muniz, Zezito Muniz (o primeiro engenheiro civil de Araripina que foi diretor do DER), José Albino (músico que espalhou alegria durante anos nas décadas passadas), Antônio Nunes Alencar e seus irmãos Vicente e Sales, Osias Cavalcante, Chico Alvino (o homem que fazia aforamento de terras na Chapada do Araripe), Humberto Carvalho (tabelião), Zé Araújo (que cuidou do Dosão por longos anos). Cada um que tem parente ou amigo digno de homenagem, deve agora participar da discussão. As obras estão sendo construídas e logo serão concluídas. Não deixe que escolham equivicadamente pela maioria, muitas vezes adotando o critério do capricho, desrespeitando a própria história e fazendo prevalecer apenas a politicagem ou até mesmo vingança mesquinha.

ACABOU-SE A ESTAGNAÇÃO
Quando o lugar vive profunda estagnação, e nada de novo surge, comprende-se a falta de homenagens a seus antepassados. Mas não é o caso. Araripina voltou a entrar nos trilhos, recebendo obras de importância singular. É então chegada a hora de homenagear. Participe. A hora é esta. Depois que aprovarem as homenagens na câmara ou assembleia legislativa, qualquer reação será levada diretamente para o campo da deselegância.

LISTA DE SUGESTÕES
1) Seu Citonho, (Antonio Ferreira Alves Neto) alfaiate e instrutor que formou grande parte das costureiras de Araripina. Pai de Parcélio e Tantica.
2) João Capitão, ex-vereador;
3) Jaime Barreto, comerciante;
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sexta-feira, 29 de março de 2013

Os grandes nomes que ainda não foram homenageados em Araripina

Araripina teve sorte na sua origem. Pessoas de boa índole, empreendedoras e de grande visão de futuro fundaram esta cidade ou chegaram aqui logo após a sua fundação. Constituíram famílias numerosas e também empresas; tocaram negócios. Deram uma dinâmica diferente à capital do gesso, antiga capital da farinha. Alguns desses homens, contudo, sequer foram lembrados por seus feitos. Não pelo poder público. Prova disso é que muitos dos bem-feitores de Araripina não dão nome às obras importantes que aqui existem. A reflexão é oportuna por vários motivos: Primeiro, porque a terra que não homenageia seus ícones deixa de valorizar seus feitos e por conseguinte de incentivar que outros façam igual ou melhor; Segundo, porque o município está recebendo uma série de obras importantes e é chegada a hora de se discutir com a sociedade que nome dar a cada uma. É preciso critério histórico e social e não apenas político para batizar uma obra.
A primeira sugestão para que não ocorram erros grosseiros, e para que a nossa história não seja jogada no baú do esquecimento, é que a câmara municipal aprecie, juntamente com a sociedade, a lista de nomes que devem ser homenageados por obras importantes, sejam municipais, estaduais ou federais. Esta lista, uma vez discutida com serenidade e sem açodamento, seria encaminhada à Assembleia Legislativa, para que, até mesmo lá, a ordem de importância dos nomes fosse respeitada.
Para quem não está atento aos fatos, basta dizer, sem demérito para outros que mereçam destaque, que Araripina deixou de homenagear de forma justa quem mais fez em várias áreas.
Vejam lista dos esquecidos pelos que prestam homenagem:

1) Sebastião Batista Modesto (Sebasto Batista) - Ex-prefeito dua vezes, um dos gestores mais austeros e comprometidos com a educação e a disciplina fiscal que se tem conhecimento em Araripina;
2) Raimundo Batista de Lima  (Dosa)- Ex-prefeito, comerciante, granade realizador, amigo de todos;
3) Valdemir Batista de Sousa (Mimi) - Ex-prefeito,  responsável por calçar mais de cem ruas e também pela vinda do SESC E SESI, médico, humanista convicto, grande benfeitor;
4) Manoel Ramos de Barros (Seu Né), ex-prefeito que deu início à urbanização de Araripina e um de seus fundadores;
5) Valdemiro Lacerda de Sousa - Pioneiro da industrialização moderna (ICOASA), comerciante, responsável pela construção de grandes armazéns, cinema (Cine Marilac) e casa de destaque para a época;
6) Expedito Granja Arraes - Industrial (fundou o Café Araripe),  comerciante e agrocopecuarista, homem de visão que levou o nome do Araripe através de um café que foi o preferido da maioria, em vários estados, até que as grandes torrefações decidiram praticar dampping e inviabilizar todas as pequenas e médias indústrias do ramo;
7) Sebastião Alves de Holanda - Médico, pai de dois médicos (Divágoras e Divanágoras), humanista e grande personalidade regional;
8) Antônio Lacerda Sobrinho - Comerciante e industrial, agropecuarista, humanista, uma espécie de conciliador nato na política local.
9) Joaquim Pereira Lima - Vereador, prefeito, deputado estadual, comerciante e agropecuarista, político com P maiúsculo;

A lista é extensa. Muitos nomes não foram citados. Não se trata de injustiça. Este é apenas o primeiro texto nessa tentativa de levantar um debate que não existe e evitar que políticos se apequenem na questão e usem seus mandatos para homenagear conforme suas conveniências políticas.
Para que se tenha uma ideia mais precisa do fato, basta dizer que o fundador de Araripina, aquele que tirou do bolso para custear as despesas da emancipação, ainda hoje não foi merecedor de uma grande homenagem. A única obra que o homenageava não mais existe ou faz jus. O Centro Social Urbano Francisco da Rosa Muniz deixou de existir e seu "Chiquinho Cícero", o Patrono da Emancipação, em breve será um ilustre esquecido.

MUITAS OBRAS
Araripina vive um momento importante, em que grandes obras estão sendo realizadas. É hora de começar a diminuir a lista de injustiças. Que sirvam de exemplo o Aeroporto, a estrade de acesso ao Aeroporto, a Estrada de Rancharia, a Delegacia do Trabalho, a estrada que liga a Lagoa de Dentro e sua continuação até Nascente (pode homenagear dois), o Centro de Hemodiálise, a UPA 24 Horas, entre outras.

Conta duvisosa da Eletrobrás. Mas...

As mudanças nas regras do setor elétrico implantadas no ano passado pelo governo Dilma Rousseff levaram a Eletrobras a registrar em 2012 prejuízo de R$ 6,8 bilhões, o maior desde que a companhia foi criada, em 195. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da empresa, José da Costa Carvalho Neto. Entre outubro e dezembro de 2012, a elétrica teve perda de R$ 10,5 bilhões, maior prejuízo trimestral nominal (sem ajustar pela inflação) de uma empresa de capital aberto no país desde 1996, segundo levantamento da Economática. O prejuízo decorreu exclusivamente dos efeitos da MP do setor elétrico, que obrigou as companhias a reduzir suas tarifas para antecipar a renovação das concessões. Sem isso, a empresa teria um lucro de R$ 5,9 bilhões. (Folha de São Paulo)

Guerra à vista

Aeronaves dos EUA fazem exercício militar na Coreia do Sul (Foto: Sin Young-keun/Reuters)
Aeronaves dos EUA fazem exercício militar na Coreia do Sul (Foto: Sin Young-keun/Reuters)
O norte-coreano fez uma reunião com generais e 'julgou que é o momento de acertar as contas com os imperialistas'.
O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, ordenou na noite de quinta-feira que as Forças Armadas do país fiquem em alerta a um ataque americano e pediu para que sejam apontados mísseis para os Estados Unidos e as bases militares americanas no Pacífico.
A medida foi tomada horas depois de Washington enviar dois bombardeiros B-2, que têm capacidade de levar ogivas nucleares, para os exercícios militares que faz com os sul-coreanos desde o início do mês. O secretário de Defesa americano, Chuck Hagel, disse que o envio dos aviões não é uma provocação a Pyongyang.
Segundo a agência estatal KCNA, o norte-coreano fez uma reunião com generais e 'julgou que é o momento de acertar as contas com os imperialistas'. O país comunista informa que preparará os mísseis para atacar a parte continental dos Estados Unidos e as bases militares no Pacífico, incluindo as da Coreia do Sul.
Mais cedo, Chuck Hagel disse que os Estados Unidos estava preparado para enfrentar qualquer ameaça dos norte-coreanos e que o perigo vindo do país comunista estava em aumento. 'Devemos deixar claro que essas provocações da Coreia do Norte são levadas muito a sério por nós e responderemos a isso', disse.
Os dois B-2 Spirit partiram da Base Whiteman da Força Aérea do Estado americano do Missouri e dispararam munições artificiais contra um alvo no território sul-coreano, segundo um comunicado das forças americanas mobilizadas na Coreia do Sul.
Em comunicado, as Forças Armadas americanas disseram que o voo foi realizado no no âmbito de exercícios conjuntos organizados todos os anos entre as forças americanas e sul-coreanas, 'demonstra a capacidade dos EUA de realizar ataques a grandes distâncias, rápidos e quando quiser'.
Além da preparação das tropas para o combate, os norte-coreanos cortaram as linhas telefônicas de contato com a Coreia do Sul e romperam o armistício com Seul, vigente desde o fim dos combates da Guerra da Coreia (1950-1953). (Folha de S.Paulo)

O desmonte insano da Petrobras. E ninguém vai preso.

Na quarta-feira, dia 27 de março, o executivo Carlos Fabián, do grupo argentino Indalo, esteve no 22o andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para fechar o negócio de sua vida. É lá que funciona a Gerência de Novos Negócios da Petrobras, a unidade que promove o maior feirão da história da estatal – e talvez do país. Sem dinheiro em caixa, a Petrobras resolveu vender grande parte de seu patrimônio no exterior, que inclui de tudo: refinarias, poços de petróleo, equipamentos, participações em empresas, postos de combustível. Com o feirão, chamado no jargão da empresa de “plano de desinvestimentos”, a Petrobras espera arrecadar cerca de US$ 10 bilhões. De tão estratégica, a Gerência de Novos Negócios reporta-se diretamente à presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster. Ela acompanha detidamente cada oferta do feirão. Nenhuma causou tanta polêmica dentro da Petrobras quanto a que o executivo Fabián viria a fechar em sua visita sigilosa ao Rio: a venda de metade do que a estatal tem na PetrobrasArgentina, a Pesa. ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, ao acordo confidencial fechado entre as duas partes, há um mês. Nele, prevê-se que a Indalo pagará US$ 900 milhões por 50% das ações que a Petrobras detém na Pesa. Apesar do nome, a Petrobras não é a única dona da Pesa: 33% das ações dela são públicas, negociadas nas Bolsas de Buenos Aires e de Nova York. A Indalo se tornará dona de 33% da Pesa, será sócia da Petrobras no negócio e, segundo o acordo, ainda comprará, por US$ 238 milhões, todas as refinarias, distribuidoras e unidades de petroquímica operadas pela estatal brasileira – em resumo, tudo o que a Petrobras tem de mais valioso na Argentina.
EMPRESÁRIO “K” Cristóbal López (sorrindo, à esq.), num cassino com os Kirchners (Cristina de vermelho, Néstor de gravata lilás). Amizade com o poder (Foto: Juan Cruz Sanz )
O negócio provocou rebuliço dentro da Petrobras por três motivos: o valor e o momento da venda, a identidade do novo sócio e, sobretudo, o tortuoso modo como ele entrou na jogada. Não se trata de uma preocupação irrelevante – a Petrobras investiu muito na Argentina nos últimos dez anos. Metade do petróleo produzido pela Petrobras no exterior vem de lá. Em 2002, a estatal brasileira gastou US$ 1,1 bilhão e assumiu uma dívida estimada em US$ 2 bilhões, para comprar 58% da Perez Companc, então a maior empresa privada de petróleo da Argentina, que já tinha ações negociadas na Bolsa. Após sucessivos investimentos, a Perez Companc passou a se chamar Pesa, e a Petrobras tornou-se dona de 67% da empresa. Nos anos seguintes, a Petrobras continuou investindo maciçamente na Pesa: ao menos US$ 2,1 bilhões até 2009. Valeu a pena. A Pesa atua na exploração, no refino, na distribuição de petróleo e gás e também na área petroquímica. Tem refinarias, gasodutos, centenas de postos de combustível. Em maio de 2011, a Argentina anunciou ter descoberto a terceira maior reserva mundial de xisto – fonte de energia em forma de óleo e gás –, estimada em 23 bilhões de barris, equivalentes à metade do petróleo do pré-sal brasileiro. A Pesa tem 17% das áreas na Argentina onde se identificou esse produto. No ano passado, por fim, a Pesa adquiriu uma petroleira argentina, a Entre Lomos, que proporcionou um aumento em sua produção.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Novo Recife avança


Imagem: divulgação
Um dia após o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o desembargador Jovaldo Nunes, ter suspendido a liminar que paralisava os processos administrativos referentes ao projeto Novo Recife, o consórcio responsável pelas obras - que tem o mesmo nome do empreendimento e é formado pelas construtoras Moura Dubeux, Queiroz Galvão, Ara Empreendimentos e GL Empreendimentos - posicionou-se sobre a decisão. Em nota enviada à imprensa, o grupo diz que "reitera seu compromisso com o desenvolvimento da capital".
Acompanhando o TRF5, TJPE suspende liminar contra projeto Novo Recife
"O Consórcio Novo Recife ressalta seu restrito respeito às decisões das diversas esferas do poder judiciário e ratifica sua convicção que vem, desde o início do processo de elaboração do projeto, atuando dentro da legalidade", completa o texto.

Com a decisão do presidente do TJPE, os órgãos públicos podem voltar a avaliar o projeto Novo Recife para a concessão das licenças de construção da obra.

A liminar do juiz da 7ª Vara da Fazenda Pública da Capital atendia a um pedido do Ministério Público de Pernambuco. Já a decisão do presidente do TJPE vem atender a um pedido da Prefeitura do Recife, que contestou no tribunal a liminar expedida pelo juiz de primeira instância.

A posição favorável do TJPE vem se somar à decisão da desembargadora Margarida Cantarelli, da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF), da 5ª região, que também concedeu três liminares, sendo uma para Prefeitura do Recife, outra para o Consórcio Novo Recife e outra para o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), suspendendo a decisão do juiz da 12ª Vara da Justiça Federal, que também era contrária ao projeto Novo Recife.

Ganhou mentindo para um povo civilizado, que acreditou por falta de opção.


O presidente da França está no fundo do poço. Dá para cair mais

Há 10 meses, Frances Hollande, então candidato do partido Socialista à presidência da França, mais ou menos por essa hora desembarcou na porta da emissora de televisão France 2 para o último debate da campanha com o então presidente Nikolas Sarkozy.
Antes de entrar no prédio foi obrigado a confraternizar com milhares de pessoas que ali se reuniam para saudá-lo e prometer-lhe o voto.


Há pouco, o presidente Frances Hollande, em seu carro blindado, entrou direto no prédio da mesma emissora para ser entrevistado. Do lado de fora milhares de pessoas gritavam pedindo que renunciasse ao cargo.
A crise atingiu a França para valer. Pela primeira vez desde 1980 caiu o consumo. E o desemprego aumentou. Agora são 3.200 mil desempregados.
A aprovação de Hollande é de apenas 27% - a mais baixa de um presidente desde o remoto ano de 1958.

PERDÃO DA DÍVIDA DOS AGRICULTORES SERÁ COBRADO POR EDUARDO



Governador vai propor a Dilma o perdão da dívida dos agricultores
O governador Eduardo Campos (PSB) já tem na “ponta da língua” o que vai apresentar para a presidente Dilma Rousseff (PT) durante o encontro dos governadores nordestinos, em Fortaleza, na próxima terça-feira (2). As sugestões têm como alvo amenizar os efeitos da seca na região. O socialista vai propor, entre outros, a anistia das dívidas dos pequenos agricultores para reconstruir a base econômica do semiárido e Sertão. A outra é apresentar mecanismo, já adotado pelo Governo do Estado, de aplicar os recursos fundo a fundo para desburocratizar o repasse de verbas da União para os estados e municípios.

Seguindo esse raciocínio, o governador vai apresentar à presidente Dilma a experiência do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM). Aprovado pela Assembleia Legislativa de Pernambuco, a iniciativa deve injetar R$ 228 milhões nos cofres municipais.

Na avaliação de Eduardo, o Governo Federal precisa ter coragem para fazer as mudanças. “Se na hora em que estamos emprestando dinheiro subsidiado aos grandes grupos econômicos, temos que ter coragem para custear a anistia da agricultura familiar. Estamos tendo a seca mais dura dos últimos 70 anos. Estamos praticamente dizimando 60% do rebanho que se tinha”, alertou.

O socialista lembrou que os ministérios da Saúde e da Educação usam esse modelo para aplicar verbas do SUS e do Fundeb e enfatizou que todas as transações entre União, Estados e municípios passem a ser fiscalizadas pelos órgãos de controle como os Tribunais de Contas e da União e da Controladoria Geral da União.

Ao ser questionado se o modelo de repasse de recursos adotado pelo Governo Federal estava ultrapassado, Eduardo disse que a metodologia precisava ser aperfeiçoada. Segundo ele, um olhar na reconstrução da base econômica da região passa por reabilitar a agricultura familiar. “Como é que você vai, a partir de um solo seco, acumulando duas, três dívidas de safras que deram zero, poder tomar novo dinheiro para pagar seu sustento e pagar a dívida?”, questionou.

Araripina ganha dessalinizadores


Em entrevista, prefeito anuncia conquistas. Na Lagoínha, aponta lugar para instalação de dessalinizador.
O prefeito de Araripina, Alexandre Arraes concedeu entrevista na manhã de hoje (28) em uma emissora de rádio local onde respondeu vários questionamentos provenientes da população sobre assuntos como educação, obras, saúde, ações de enfrentamento a seca entre outros.
Acompanhado dos Secretários municipais e vereadores, o prefeito enfatizou a organização financeira que a sua gestão tem implantado na Prefeitura, de maneira que a folha de pagamento referente ao mês de março foi quitada dentro do mês trabalhado. Ele também afirmou que uma equipe intensifica a ação de parcelamento da dívida previdenciária para tornar o município adimplente e a partir de então receber recursos oriundos do Governo Federal.
Alexandre Arraes foi questionado sobre os investimentos na área de saúde e afirmou que esta é uma das prioridades em sua administração e lembrou que importantes obras como a UPA 24hs, o Centro de Hemodiálise e o Hospital de Nascente serão fundamentais para a melhoria no atendimento médico à população. Ele ainda anunciou a perfuração de mais cinco poços como forma de enfrentamento a seca e comemorou o bom resultado da construção de barreiros que após as últimas chuvas estão totalmente cheios.
Ao final da entrevista o prefeito desejou a toda à população Araripinense uma Feliz Páscoa pedindo união e compromisso em prol do povo, conclamando a todos para trabalho em favor da cidade. “A Páscoa é momento de renovação e esse espírito de paz deve prevalecer em Araripina. Vamos seguir unidos trabalhando pelo nosso povo”, afirmou.
ÁGUA POTÁVEL
Durante a entrevista Alexandre Arraes levou mais uma boa notícia para a população, especialmente os moradores da região da Ponta da Serra, Sítio Ventania e Lagoinha.
Estas três comunidades receberam a perfuração de poços artesianos com grande vazão este ano e a partir da próxima semana uma máquina dessalinizadora irá melhorar a qualidade da água retirada dos poços, transformando-a em potável pronta para o consumo humano.
Foto: Fabiano Alencar

Lentidão virtual

Web pode ter sofrido um dos maiores ataques da história

Veja
Um desentendimento entre o grupo inglês Spamhaus, organização que combate o spam na internet, e a companhia holandesa Cyberbunker, especializada na hospedagem de serviços digitais, pode ter dado origem, na semana passada, a um dos maiores ataques virtuais da história da internet.
De acordo com a rede britânica BBC, o conflito entre as partes desencadeou uma série de ataques de negação de serviço – conhecidos por causar o engarrafamento de dados na rede –, causando lentidão para milhões de usuários de internet ao redor do planeta.
Leia mais em Web pode ter sofrido um dos maiores ataques da história

Compartilhamento e curtição ZERO

PSDB muda marketing e quer invadir internet
O PSDB vai trazer um dos estrategistas da campanha do presidente dos EUA, Barack Obama, para ajudar a construir a candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República em 2014. A costura para trazer David Axelrod, um ex-alto funcionário da Casa Branca e conselheiro político das campanhas presidenciais de Obama, foi feita pelo novo marqueteiro do tucano, Renato Pereira, com ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso -que tem proximidade com o ex-presidente norte-americano Bill Clinton.
 
Segundo a Folha apurou, o partido também fez contato com Antonio Villaraigosa, prefeito de Los Angeles e uma das estrelas em ascensão do Partido Democrata dos EUA. A legenda pretende trazê-los para orientar o tucano na fase da pré-campanha, sobretudo na área de internet. Ainda não há data para o desembarque dos dois democratas, mas integrantes da cúpula do partido afirmam que isso ocorrerá após maio.
 
Nesse mês, Aécio Neves deverá assumir a presidência do PSDB e lançar o programa de TV do partido, primeira aparição do senador mineiro em cadeia nacional para se apresentar como alternativa tucana ao Palácio do Planalto. Conforme os planos do grupo de Aécio, o objetivo é colher experiências em pesquisas por segmentação do eleitorado e estratégias na área de campanha digital.
 
Os tucanos querem aprender como encurtar a distância entre candidato e eleitor por meio de uma fala mais direta, com mensagens focadas em segmentos sociais específicos. Além disso, buscam ferramentas criativas para usar de forma moderna e mais eficaz nas redes sociais. Intensificar uma ação pela internet é uma das missões de Renato Pereira, marqueteiro considerado "entusiasta" da linguagem virtual.
 
Foi por meio da internet que Obama popularizou sua candidatura, tanto nas primárias democratas como na candidatura para presidente. Por meio dela, aproximou-se do eleitorado jovem e difundiu o slogan da "mudança", além de elevar a arrecadação de recursos por meio de financiamentos de baixo valor feitos por simpatizantes individuais. O resultado levou o próprio PT, em 2010, a convidar o norte-americano Ben Self, da Blue State Digital, para dar palpites na estratégia de internet da campanha de Dilma Rousseff. Ele também trabalhou na campanha de Barack Obama. (Folha de São Paulo)

Petróleo equatoriano e Pré-sal brasileiro: Lá, o produto é raso, mas os índios são brabos.

Equador quer leiloar 3 milhões de hectares da amazônia para chineses explorar petróleo raso.
O Equador pretende leiloar a companhias petrolíferas chinesas mais de três milhões de hectares de Floresta Amazônica, informou nesta quarta-feira o jornal britânico “The Guardian”. Segundo a publicação, um grupo de políticos equatorianos foi à China negociar contratos com representantes das companhias no hotel Hilton, no centro de Pequim, como parte de um roadshow para promover as licitações. Outros encontros teriam ocorrido em Houston, nos EUA, e em Paris, onde os participantes enfrentaram protestos de grupos indígenas. Entre as petrolíferas chinesas, havia representantes da China Petrochemical e da China National Offshore Oil. — O Equador quer estabelecer uma relação de benefício mútuo, do tipo “ganha-ganha” — defendeu o embaixador do Equador na China.
 
Segundo a organização não governamental Amazon Watch, que fica na Califórnia, nos Estados Unidos, sete grupos indígenas da região argumentam que não consentiram com o estabelecimento dos projetos de petróleo em suas terras. “Pedimos às empresas públicas e privadas de todo o mundo que não participem do processo de licitação que viola de forma sistemática os direitos de sete etnias indígenas ao impor projetos de petróleo a seu território ancestral”, escreveu um grupo de associações indigenistas em carta aberta há alguns meses.
 
O secretário de Hidrocarbonetos do Equador, Andrés Donoso Fabara, por sua parte, acusa os representantes indígenas de falarem em nome de suas comunidades com fins políticos. Ele informou que o governo optou por não licitar determinados blocos do território por falta de apoio das comunidades locais. — Estamos amparados pela lei se quisermos agir com a força e promover as atividades, mesmo que eles sejam contra — afirmou o secretário ao “The Guardian”. — Mas essa não é nossa política.
 
O governo do presidente Rafael Correa anunciou, em 2007, diante da Assembleia Geral da ONU, o compromisso de manter inexploradas por tempo indeterminado reservas de 846 milhões de barris de petróleo no campo ITT, na Amazônia equatoriana. A contrapartida seria uma contribuição internacional de US$ 3,6 bilhões. A Amazon Watch afirma que o acordo com as petrolíferas violará a própria política chinesa para novos investimentos, anunciada no mês passado, que promete respeitar as comunidades locais e o meio ambiente em operações fora do país.
 
Críticos dizem que a dívida do Equador com a China pode ser um dos fatores que impulsionam o negócio. O montante devido ultrapassa os US$ 7 bilhões, o que representa mais de 10% do Produto Interno Bruto (PIB, o conjunto de bens e serviços produzidos) do Equador. Desde 2009, os empréstimos chineses são recompensados com carregamentos de petróleo. E, recentemente, a China ajudou a custear dois dos maiores projetos de hidrelétricas no país.
 
— Acredito que seja mais do que uma questão de dívida. É porque os equatorianos são tão dependentes dos chineses para financiar seu desenvolvimento que estão cogitando comprometer áreas como a social e o desenvolvimento — disse Adam Zuckerman, da Amazon Watch, ao jornal britânico. (O Globo)

Direto no fígado

DO BLOG DE JOSIAS DE SOUZA
 Se quisesse, o PT teria indicado um de seus deputados para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Preferiu escolher outras comissões. Com isso, abriu a picada que permitiu ao deputado-pastor Marco Feliciano, do inexpressivo PSC, chegar aonde chegou. Agora, o petismo comanda a infantaria anti-Feliciano.
Abespinhado, o deputado André Moura (SE), líder do PSC, aconselhou o PT a observar mais detidamente o PT. “Por que não pegar um espelho e olhar para si mesmo e perguntar: por que o PT indica para a Comissão de Constituição e Justiça dois mensaleiros condenados pela mais alta Corte deste país, o STF? Será que julgar a indicação do Feliciano, pelo PSC, é correto para um partido como o PT, que, volto a repetir, indicou dois mensaleiros condenados?”.
Moura referia-se aos sentenciados José Genoino e João Paulo Cunha. Desde o início do mês, os dois são felizes integrantes da Comissão de Constituição e Justiça.

Poupança e método.

Quem está estudando a cena local, mais especificamente o modo de agir do prefeito Alexandre Arraes, aposta que ele está fazendo lastro financeiro para arrancar com tudo depois de junho, quando a oposição ensaia agir. Há quem fale em lastro de 10 milhões para estabilizar pagamento de servidores e fornecedores, com calendário de pagamento bem definido.
Quem acompanhou a forma de agir do prefeito na formação do palanque e nos solavancos do entra e sai pré-intervenção não duvida do seu sangue frio.
Mas não seria uma forma de conhecer os 'impacientes' e 'instáveis' do grupo, mecanismo de acionar o cuador político. Isso não.  

Palancão

Caso se confirme a candidatura de Eduardo Campos a presidente, tendo ele o apoio nacional do PTB, é certo que o candidato a governador da aliança será Armando Monteiro (PTB) e o senador, provavelmente, Jarbas Vasconcelos (PMDB).
Isto, inevitavelmente, colocará quase toda Araipina num só palanque.  Anotem aí a composição e depois comparem com a foto, caso vingue a candidatura de Eduardo Campos com apoio do PTB: Alexandre Arraes, Raimundo Pimentel, Lula Sampaio, Valmir Filho, Bringel, Valdeir Batista. Se algum vereador ficar de fora, será  destes que hoje realizam obras através da Codevasf, via Fernando Filho. E olhe lá.

Outras três hipóteses existem, mas são pouco prováveis:
1) Eduardo Campos concluir o mandato, apoiar Dilma e lançar uma chapa que bem entender, com Tadeu Alencar na cabeça e Jarbas Vasconcelos, ou outro candidato a senador pelo PSB - tendo Armando Monteiro como adversário, mas contando o PSB com apoio do PT;

2)  Eduardo Campos sair do governo, lançar-se a senador e lançar Tadeu Alencar ao governo, recebendo o apoio do PT e apoiando Dilma;

3) Eduardo sair candidato a presidente sem o apoio do PTB, lançando Tadeu Alencar governador e Jarbas senador, numa eleição em que também concorrerão Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra (PT).

O Palancão, contudo, é a aposta mais aceita entre todos os políticos do Estado. E o sonho de Eduardo.

Fernando Bezerra fora

O Ministro Fernando Bezerra vai mesmo sair do PSB e entrar no PT, no intuito de dividir as forças do estado. Tudo em função da sua ambição. Ele será candidato a governador, provavelmente contra Armando Monteiro, caso este consiga levar o PTB nacional a apoiar a candidatura de Eduardo Campos a presidente.
Quem garante é um aliado do petrolinense, com trânsito livre pelas bandas de lá. Certamete já ouviu do próprio ou do filho.

REALIDADE DURA AO SAIR
Fernando Bezerra vai descobrir, tardiamente, que o Sertão do Araripe e Sertão Central, de Petrolina jamais serão curral. Nem o Sertão do Pajeú,  Itasparica; nem mesmo outras cidades do São Francisco votarão para eleger governador de Petrolina. Se a 'capital' do São Francisco quer tudo e nada deixa para as demais cidades sertanejas, imagine com um governador de lá. A tendência é FBC peder feio em todas as cidades no entorno de Petrolina e em todo o Sertão. Não seria uma simples resposta a mais uma troca de partido por motivos meramente pessoais, mas uma forma de brecar o monopólio de Petrolina mesmo.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Valmir Filho recebeu chave de ônibus de Dilma e Eduardo


O vice-prefeito de Araripina, Valmir Filho (PR), recebeu a missão do chefe do executivo municipal de ir até Serra Talhada representá-lo na última segunda-feira, quando a chefe da Nação inaugurou a primeira etapa de uma adutora. Na capital do cangaço,  recebeu de Eduardo Campos e Dilma Roussef a chave de um ônibus escolar. "Fui bem recebido e fiquei bem ambientado entre a presidente e o nosso presidenciável Eduardo Campos", relatou Valmir, que acrescentou "O ambiente era descontraído e Eduardo foi muito atencioso, como sempre". "Cumpri a missão delegada pelo nosso prefeito Alexandre Arraes", finalizou.

terça-feira, 26 de março de 2013

'Endeusamento' desidratado


Favoritismo divulgado pelo próprio favorito é apertado na Venezuela. Vai que é bem menor e...

FotoPRESIDENTE INTERINO NICOLÁS MADURO
A empresa Datanalisis divulgou nesta terça-feira (26) um levantamento onde aponta o presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, como preferido para vencer as eleições. Ele está com 53,1% das intenções de voto, ou seja, 17,5% a mais do que o oposicionista Enrique Capriles – que aparece no documento com apenas 35,6%. A pesquisa foi divulgada por dirigentes do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), legenda de Maduro. A campanha eleitoral venezuelana começa oficialmente no dia 2 de abril.

De Eduardo para Dilma: "Tenho compromisso com o País, não com pessoas" - Ela


Foto: Clemílson Campos/JC Imagem
Na última segunda-feira (25), em visita ao município de Serra Talhada, Sertão pernambucano, a presidente Dilma Rousseff (PT) cobrou "compromisso de aliados". A declaração foi soou como uma alfinetada ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que ensaia se lançar numa candidatura à Presidência da República - o que inevitavelmente causaria uma fratura na base de sustentação da atual gestão. Eduardo não quis comentar as declarações após o evento.
Mas, nesta terça-feira (26), Eduardo afirmou à imprensa que "de forma nenhuma" as falas da petista foram direcionadas a ele ou ao seu partido. "Nem eu e nem a presidente Dilma somos dados a dizer as coisas pela metade", disse o socialista, referindo-se a cobranças pessoas como "velha política" e afirmando não ter compromissos políticos com pessoas, mas com projetos.

"Tem sido da tradição do PSB e da nossa formação política, que nós nos coloquemos sempre em torno de projetos, de valores, de ideias. Nosso compromisso é com o povo."

E seguiu. "Nosso compromisso é com um projeto de País. Compromissos pessoais são típicos das relações pessoais. Os compromissos políticos são compromissos coletivos."

"É da minha tradição política, é da escola que eu venho, do meu partido, [que o compromisso] com um projeto não se dá em torno de pessoas. Porque essa é velha política."

"Nós viemos de uma região, que é o Sertão, em que a política se fazia assim. As políticas se faziam em torno de pessoas, e não de uma disputa de ideias. Mas nós conseguimos vencer esse tipo de política, né?!"

"Afirmar pensamentos, projetos, acho que essa é a nova política que eu acho que deve ir vencendo - na medida que acumule forças - a velha visão política."

"Não acredito que tenha havido [isso] naquele encontro. Porque nem eu e nem a presidente Dilma somos dados a dizer as coisas pela metade. Tanto eu digo as coisas por inteiro, como ela diz as coisas por inteiro."

O governador também afirmou que alfinetadas do tipo não são da sua tradição política. "O que eu tinha pra falar, eu coloquei lá com toda clareza".

Araripina perdeu o costume com muitas obras.


Araripina perdeu o costume com as obras de impacto, daquelas que mudam o cotidiano e também o cenário. Fazia tempo que isto acontecia, e o tempo de espera pode explicar. Os pássaros, as cobras e lagartos, e de resto todas as espécies da fauna também não gostam quando algum governo começa a construir uma hidrelétrica, ou uma grande obra estruturadora. Os bichos são obrigados a mudar de lugar, muito embora, em alguns casos, passem em seguida a conviver com a tranquilidade, a fartura e a mansidão de grandes e prósperos lagos.

Adiferença entre os elementos de uma fauna agredida por obras de grande impacto e a inteligente e promissora gente de Araripina é que os primeiros podem mudar de lugar facilmente, ao contrário do povo araripinense, que precisa da casa e da cidade para descansar, dormir e em seguida sair para outra jornada de produtivo trabalho.

Duas empresas faltaram com o respeito, agrediram, mudaram a rotina. Isso, inevitavelmente, levou o povo da cidade mais dinâmica desta banda de Sertão nordestino a sentir aversão pelas obras de impacto em geral. FLAMAC e OTL, que realizam obras de esgoto e abastecimento, por insistirem no erro, por não reduzirem o impacto negativo, contribuíram para 'esconder' o momento em que Araripina se trnaformou num canteiro de obras. De quebra, soma-se a isso o estilo do prefeito atual, o socialista Alexandre Arraes, averso a foguetório, a 'anestesias locais' e até mesmo a personalismo. Por ser mais retraído e dedicado à missão confiada, em vez de badalação e propaganda antecipada, a cidade começa a fazer comparações, descabidas ou não. Alexandre é tão diferente dos demais que sequer tira proveito da seca. É uma espécie de 'não político brasileiro'.  Resta provado,  mais uma vez, que propaganda, muitas vezes, é mais eficiente que as obras reais na formação do pensamento.

Um canteiro de obras para o qual não se pede aplauso

A cidade está daquele jeito. Além da buraqueira causada nas ruas pelas duas empresas que trocam esgoto e cano d'água, a Perimetral também está em obras, dificultando o atalho, ou fuga do centro. Isso cria mal estar. Máquinas pesadas transportando carradas de terra acabam de estourar o calçamento, deixando-o severamente  comprometido e irregular. Em contrapartida, cerca de duas mil casas construídas para as classes C e D mudam o perfil da cidade e o padrão de consumo das famílias, aquecendo juntamente com as demais obras o mercado local, diminuindo os efeitos da angustiante seca que dizimou as lavouras e rebanhos, sobretudo o manidocal, fonte mais democrática de distribuição de renda.

A parceria entre a prefeitura e o governo do Estado rende frutos, as obras chegam. Exemplos não faltam: Asfalto de Rancharia e Perimetral, estrada do Aeroporto, quadras esportivas, poços, saneamento básico, reforço da rede de distribuição de água, Centro de Hemodiálise, etc. Mas, do ponto de vista político falta uma coisa: Propaganda, informação. E do ponto de vista da cidadania falta outra caisa: Respeito aos moradores da cidade por parte das empresas que escavam as ruas e as deixam como estão.
Diante deste cenário, como se posicionará o prefeito Alexandre Arraes? Vai partir para o ataque e transformar realizações em popularidade ou permitir que surja ou ressurja outro 'mito' pouco operante?

Os craques que são votados e os pernas-de-pau que elegem



Todos esqueceram Renan. Todos esqueceram que Dilma elegeu Renan. Foi fácil. Bastou escolher o mais inadequado dos caras para comandar uma comissão que ninguém tinha interesse. Bastou isso para esquecerem o pilantrão. O alvo agora é outro, um falastrão com cara de bobo, inconsequente, que está gostando da mídia favorável para seus propósitos junto aos evangélicos.
Quanto mais o criticam, mais ele cresce entre aqueles que não querem o avanço da causa gay. Na próxima eleição o deputado antes desconhecido terá dez vezes mais votos. Enquanto isso, Ranan será esquecido e novamente reeleito. E o debate que ninguém quer travar ficará como está. O PT está cada vez mais aprendendo com Renan a mudar o foco. E Dilma, que atendeu o PSC com  uma comissão que o partido queria, passa ilesa entre as minorias que afirma defender. Mas a pátria dos otários não é esta. Não mesmo. Embora muitos duvidem lá fora.
Agora responde: Você defende o casamento gay ou está mais propenso a defender os pilates antigos que sustentam a família há séculos? Esse debate acalorado envolve "Direitos Humanos". É muito cômodo se omitir. A Igreja tem um lado. Aliás, todas as religiões têm uma visão quase unânime. O que houve, no caso, foi a entrega da Comissão que trata o assunto na câmara a um evangélico e não a um católico. Se decidirem trocar o Feliciano, virá alguém ainda mais radical em defesa da posição da Igreja. Disso ninguém duvida.
Mas o que está em jogo é outra coisa: A cortina de fumaça que jogaram sobre o Brasil para que Renan seja esquecido e para que os maus feitos de todos os políticos sejam esquecidos até outubro de 2014. Até lá, as redes sociais vão 'esculhambar' o deputado Feliciano ou seu substituto. E de quebra, esquecer que Renan e parceiros existem e aprontam cada vez mais. E esquecer carestia, juro alto, desigualdade, seca, favela, apagão, colapso de abastecimento e por aí vai.  Repito para não duvidarem da minha sinceridade: O Brasil não é a pátria dos otários. A Alemanha e a Inglaterra podem ser.

Uma conversa para o eleitor/IBOPE e uma medida anticrise do mundo real.

Países emergentes terão fundo de US$ 100 bi contra turbulências

Tatiana Farah, O Globo
Num momento em que os mercados financeiros do mundo inteiro estão de olho na crise do Chipre, os Brics — bloco dos grandes países emergentes formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul — vão criar um fundo de reservas destinado a socorrer o grupo em caso de crises de liquidez.
O chamado Contingent Reserve Arrangement (CRA), ou acordo de reserva de contingência, deve começar com um patrimônio de US$ 100 bilhões. Em outra frente, o Brasil fecha nesta terça-feira com a China um acordo para a criação de uma linha de crédito em moeda local (ou de swap) no valor de US$ 30 bilhões. A medida, que visa a fomentar o comércio entre os dois países, será assinada durante a V Cúpula dos Brics, que começa nesta terça-feira em Durban, na África do Sul.

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Propaganda enganosa em vez de educação alimentar verdadeira.

Espera por cirurgia de redução de estômago no SUS chega a 12 anos

G1
Na semana passada, o Ministério da Saúde ampliou o acesso dos cidadãos à cirurgia de redução de estômago. Acabou o limite de idade, e ela poderá ser feita já a partir dos 16 anos. Mas, na prática, o tempo de espera pela chamada cirurgia bariátrica no Sistema Único de Saúde pode passar de uma década.
Na vida dos muito obesos, não há números pequenos. Eles já são mais de quatro milhões no país. A espera pela cirurgia de redução de estômago pelo SUS demora de três a 12 anos.

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Sinais de racionamento

O Globo
Não fosse bastante o clima de insegurança regulatória que passou a pairar sobre o setor elétrico com a desastrada intervenção do governo em nome da boa causa do corte de tarifas, a temporada de chuvas está no final e os reservatórios se encontram, na média, no nível mais baixo dos últimos dez anos, com apenas 52% de sua capacidade no Sudeste e no Centro-Oeste, onde estão 70% do armazenamento de água do sistema.
Infelizmente, do ponto de vista da geração de energia, tem chovido no lugar errado: mais no litoral e menos nas cabeceiras dos rios que abastecem os reservatórios das hidrelétricas.
Os dois ingredientes misturados — dúvidas regulatórias e falta de chuvas — exigirão do governo uma competência administrativa em alto grau. E não apenas no setor elétrico, mas na gestão financeira e fiscal. Pois, se confirmado o mau período hidrológico, as termelétricas terão de ficar ligadas sem interrupção até o próximo ciclo de chuvas, no verão de 2013/2014.
Por terem as térmicas um custo operacional mais elevado que as hidrelétricas, por usarem gás, óleo diesel e óleo combustível, em vez de água, o Tesouro, calcula-se, terá de destinar R$ 11 bilhões para fechar as contas das empresas, ou seja, a despesa de R$ 2,6 bilhões feita em 2012 com o mesmo fim multiplicada por quase cinco.


Sem este dinheiro, as operadoras quebrariam ou a presidente Dilma teria de voltar atrás na promessa do corte de 20% na conta de luz. Ruim para a economia, mortal para o projeto da reeleição.
Do tamanho de quase metade de um orçamento anual do Bolsa Família, a despesa não prevista se soma aos efeitos das desonerações tributárias e de uma economia cujo crescimento deverá ficar na faixa dos 3%, com reflexos na arrecadação, e contribui para estreitar a margem de manobra no campo fiscal.
Juros mais baixos são sempre uma ajuda. Mas contar com eles como variável da equação fiscal, e quando a inflação se mostra ameaçadora, é querer viver perigosamente.
Ao mesmo tempo em que gerencia esta conjuntura, o governo precisa consertar o estrago feito ao impor uma desvalorização patrimonial às empresas, na renovação de concessões e revisão de tarifas. Foi tão draconiana a operação que apenas as estatais federais “aceitaram” as condições.
A desvalorização das empresas em bolsas, no Brasil e lá fora, foi substancial, sinal de que será mais difícil qualquer capitalização via mercado para financiar investimentos. E, no elétrico, como em vários outros setores da economia, faltam investimentos. Para os quais é essencial a iniciativa privada, porque o Estado não tem condições de tocá-los. Também como em outras atividades, o governo Dilma precisa reconquistar a confiança dos investidores. Até para ampliar o parque termelétrico, a salvação em 2013 e sempre que não chover.

O IBOPE engole tudo: Até juro estratosférico.

Taxa de juros cobrada das famílias sobe para 24,9% ao ano












De acordo com dados divulgados na manhã de hoje (26) pelo Banco Central (BC), a taxa de juros cobrada das famílias brasileiras subiu em fevereiro. O índice subiu 0,2 ponto percentual, indo para 24,9% ao ano, de janeiro para fevereiro. No caso das empresas, a taxa ficou estável em 14% ao ano.

O coeficiente de inadimplência das pessoas físicas, considerados os atrasos acima de 90 dias, caiu 0,1 ponto percentual, indo para 5,4%. A inadimplência das empresas também ficou estável, em 2,3%.

O spread, diferença entre taxa de captação dos recursos pelos bancos e a cobrada dos clientes, ficou em 17,9 pontos percentuais, em fevereiro, queda de 0,1 ponto percentual em relação a janeiro. O spread das empresas também caiu 0,1 ponto percentual, para 7,7 pontos percentuais.

O saldo total do crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,383 trilhões, com crescimento de 0,7%, no mês, e 16,8%, em 12 meses encerrados em fevereiro. No mês passado, o saldo correspondeu a 53,4% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Esse é o mesmo percentual registrado em janeiro.

FENARA 2013

Janelinha global


Ontem, no meio do Jornal Nacional, uma janelinha se abriu para a Arena Pernambuco. De repente, do nada, uma 'degustação': Aperece a imagem do estádio pernambucano para a Copa, já pronto, e com os aspersores irrigando a grama. O apresentador principal comenta: "Tá lindo".
Falta a mesma Globo marcar um amistoso Brasil x Argentina e transmitir para o mundo inteiro a inauguração. Com Eduardo Campos dando o primeiro toque na bola. Dilma, como sabem, está com o pé quebrado para Recife. E continuará assim.

O IBOPE engole tudo. Até inflação alta.

Da Agência Estado

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu em cinco das sete capitais da segunda para a terceira quadrissemana de março. No geral, o IPC-S registrou variação de 0,78% no período encerrado no dia 22 de março.

Regionalmente, o IPC-S subiu em Salvador (de 0,64% para 0,86%), Belo Horizonte (de 0,49% para 0,63%), Rio de Janeiro (de 0,48% para 0,74%), Porto Alegre (de 0,92% para 1,10%) e São Paulo (de 0,40% para 0,54%).

Registraram variação negativa Brasília (de 0,97% para 0,95%) e Recife (de 1,00% para 0,89%). A próxima divulgação dos resultados regionais do IPC-S será feita no dia 2 de abril.

O pavor tucano envolve perder as capitanias de São Paulo e Minas

Andei lendo o que pensam tucanos paulistas e mineiros sobre 2014 nos últimos dias.  Eles têm aquele discurso de 'moça pura', mas na verdade entregam o Brasil ao PT em troca de boa vizinhança para manter o comando dos governos de São Paulo e Minas. O PT tomou a capital paulista e começou a piscar a luz amarela no comando tucano. Não estão mais acreditando na manutenção do acordo de cavalheiros.

Agora, a culpa´por pissível fracasso em São Paulo passa a ser atribuída a José Serra, a quem o trio FHC/Aécio/Alckmin negou até mesmo o institudo Tetônio Vilela. Veja o que dizem. Eduardo Campos, como sempre, no meio da 'missa':

"São Paulo, 2014. Eduardo Campos para presidente. José Serra para governador. Gilberto Kassab para vice ou para o Senado. Não é impossível. Serra iria para o PPS e Kassab colocaria o PSD e seu precioso tempo de TV na canoa do pernambucano e do ex-tucano. Seria um palanque dos sonhos para Campos em São Paulo. Para Kassab, então, seria o paraíso. Se não for para segundo turno, Campos e Kassab apoiariam Dilma, voltando às boas com a "coalizão". Indo para o segundo turno, Serra ficaria neutro na eleição presidencial, mas teria o apoio do PSB e do PSD. Pelo comportamento de Serra e Kassab nos últimos dias, não é impossível".
O único erro na escrita, ou difiuldade para enxergar, é  acreditar que Eduardo Campos, com Serra em São Paulo e com o PPS e PSD, que integraram o projeto do PSDB nos últimos anos, deixará algum espaço para Aécio passar dos 10% em 2014. Preguiçoso e entediado como ele só, o mineirinho não colocará a cara fora de Minas. Nem aparecerá nas urnas. Na verdade, corre o risco de também perder o governo mineiro para PMDB ou PT. O que é muito bem feito. Só assim aprenderá a fazer oposição.
 
 
Tucanos sem voto entregam Serra no colo de Eduardo
Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso discursa ao lado de Geraldo Alckmin e Aécio Neves em evento, em São Paulo
Ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu pela primeira vez o nome do mineiro à presidência da sigla.

Ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu pela primeira vez o nome do mineiro à presidência da sigla."O que sinto no PSDB é que você, Aécio, assuma a presidência do PSDB, percorra o Brasil, ouça o povo brasileiro, fale ao povo brasileiro e una o partido", afirmou antes do início do congresso do diretório estadual do partido, em que o mineiro fará uma palestra.
 
Aécio vem buscando unidade interna para assumir o comando do partido e, em seguida, se lançar candidato à Presidência da República, mas esbarrava na resistência de grupos divergentes dentro do partido, parte deles em São Paulo. Há duas semanas, Alckmin chegou a falar em caráter reservado a Aécio que não concordava com seu projeto de presidir a sigla.
 
Antes de Alckmin, o mineiro também falou aos jornalistas. Disse que a visita a São Paulo é uma "oportunidade para demonstrarmos que estamos aquecendo os motores e nos preparando para mostrar que o Brasil pode ter um governo com muito melhores resultados do que esse que está aí."
 
Para ele, "o PSDB não tem sequer o direito de se negar a apresentar ao Brasil uma alternativa a esse modelo de governo que aí está, seja da perspectiva ética, da eficiência, de uma visão mais moderna de país e de mundo". Fora do país, o ex-governador José Serra, rival interno de Aécio, não compareceu. Ao chegar o evento, o senador afirmou que preferia "agradecer a presença de todos os companheiros" que vieram. (Folha Poder)

"Nós precisamos percorrer uma longa estrada até 2014. Essa é a hora de o PSDB se mostrar vigoroso ... A escolha do candidato do PSDB vai ocorrer no amanhecer de 2014, quando vamos estar todos juntos, prontos para enfrentar esse governo que vai estar desgastado, cansado, porque perdeu a capacidade de transformar. E se contenta, hoje, em ter um projeto de poder que é um vale tudo". (Aécio Neves)

segunda-feira, 25 de março de 2013

O IBOPE engole tudo


Márcia De Chiara, Estadão
Apesar de o País colher neste ano uma safra recorde de 185 milhões de toneladas de grãos, os preços dos alimentos foram o principal foco de pressão inflacionária nos últimos 12 meses. Daqui para frente, o comportamento dos preços do tomate, da batata, do arroz e do feijão será o fiel da balança na decisão do Banco Central (BC) de aumentar os juros básicos para que a inflação não supere o teto da meta de 6,5% prevista para este ano.
Em 12 meses até março, os preços dos alimentos ao consumidor descolaram da inflação em geral e subiram mais de 30%. Enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15 subiu 6,43% até março, os preços das frutas, verduras e legumes acumularam altas de 33,36% e os dos cereais, que incluem arroz e feijão, de 34,09%.

Aliados. Mas só até 2014 começar.


Cássio Bruno, O Globo
A guerra declarada entre o PMDB do Rio e o senador e pré-candidato ao governo do estado em 2014 pelo PT, Lindbergh Farias, está longe do cessar-fogo. Depois de a revista “Época” ter publicado denúncia, a partir de informações do PMDB, sobre um suposto esquema de propina do petista quando ele era prefeito de Nova Iguaçu, Lindbergh contra-atacou.
Levantamento apresentado ontem pelo grupo político do senador, a pedido do próprio, mostra que R$ 887 milhões que teriam sido repassados pela União ainda não foram utilizados pelo governador Sérgio Cabral (PMDB) na reconstrução das cidades da Região Serrana castigadas pelas chuvas em 2011. A presidente Dilma Rousseff vai hoje a Petrópolis com Cabral e com o vice-governador Luiz Fernando Pezão, outro pré-candidato, e participará de uma missa pelos mortos nos deslizamentos da semana passada.

Foto: Pablo Jacob / O Globo

Representantes da ASA Pernambuco fortalecem debate da convivência com o Semiárido na Alepe



Após a aprovação da lei, Articulação estadual reforça a necessidade de garantir ações concretas para o Semiárido pernambucano.

Por Mariana Landim – Assessora de Comunicação da ASA-PE

Neste mês de março, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), aprovou a lei nº 14.922, que institui a Política Estadual de Convivência com o Semiárido. A lei foi publicada no Diário Oficial do Estado, dia 19, e traz desafios para governo e municípios, na implementação das políticas públicas voltadas para a região semiárida.

Dessa forma, com o objetivo de abrir um canal de diálogo efetivo com a Alepe, na perspectiva de contribuir com a criação de um plano estadual pautado em ações emergenciais e estruturantes, na última quinta-feira (21/03), membros da coordenação estadual da Articulação no Semiárido pernambucano (ASA-PE) se reuniram com o Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural, Diogo Moraes.

Na ocasião, foi feito um resgate da caminhada da ASA-PE, a partir dos impactos da ação da rede ao longo dos anos, como também foram discutidas diversas questões, entre elas, a importância de investir em ações permanentes, considerando que a lei é uma política de estado e não de governo. De acordo com o deputado, é fundamental que o conjunto da sociedade civil reúna forças para lutar pela desburocratização dos governos, que impedem a efetivação das políticas necessárias para as pessoas que moram no Semiárido.

“É preciso fazer o controle social da lei, mas, sobretudo, criar mecanismos para que a política seja materializada, ou seja, a lei precisa ter praticidade. Pernambuco é um estado referência, pois contribui muito na construção das políticas nacionais, e tudo acontece quando existe a vontade política”, destaca o parlamentar.

Ainda durante a audiência pública, a coordenadora executiva da ASA pelo estado de Pernambuco, Neilda Pereira, defendeu a necessidade de discutir o marco regulatório para sociedade civil, considerando que a legislação existente fragiliza os processos desenvolvidos pelas organizações no estado.

Ao final da audiência, foi encaminhado que no dia 11 de abril, a Comissão de Agricultura fará uma visita a uma comunidade rural do município de Buíque, Agreste do estado. Além disso, também será realizado um seminário para debater a temática do marco regulatório com a sociedade civil organizada, Governo do Estado e Alepe.

“Esse momento reforça os passos que estamos construindo na consolidação de políticas públicas de convivência com o Semiárido, e nessa perspectiva, o diálogo com a Comissão de Agricultura da Alepe, é fundamental para ampliar o debate na busca de proposições que fortaleçam a relação entre estado e sociedade”, conclui Neilda.

Faltam 3 dias para a grande Festa


O maior Público dos últimos anos já está garantido. Já adquiriu o seu ingresso?

domingo, 24 de março de 2013

Mineirinho da noite carioca - com dinheiro do povo.

Dinheiro público: Aécio viaja mais ao Rio do que a BH
 Representante de Minas, o senador Aécio Neves (PSDB) fez para o Rio de Janeiro 63% das viagens bancadas pela verba de transporte aéreo (VTA) do Senado. Desde o início do mandato, o presidenciável pagou com dinheiro público 83 voos, dos quais 52 começaram ou terminaram na capital fluminense. Na maioria dos casos, embarca rumo ao Aeroporto Santos Dumont, o mais próximo da zona sul da cidade, onde passou parte da juventude, cursou a faculdade, mantém parentes e costuma ser visto em eventos sociais. O Senado pagou R$ 33,2 mil pelos voos a partir do Rio ou para a capital fluminense. Dos 25 que aterrissaram ali, 22 foram feitos de quinta a sábado; dos 27 que decolaram, 22 saíram entre domingo e terça.
Capital do Estado que elegeu Aécio e para o qual, oficialmente, o tucano dedica seu mandato, Belo Horizonte foi origem ou destino de 23, ou 27%, dos 83 voos feitos desde 2011. É menos da metade das viagens com chegada ou partida no Rio. Segundo a prestação de contas, a frequência de Aécio em Belo Horizonte foi inferior à de Zezé Perrella (PDT), colega na bancada mineira, que assumiu o cargo seis meses depois do tucano, em julho de 2011. Por ora, ele pediu reembolso de 47 passagens, das quais 39, ou 83%, referentes a Belo Horizonte. Ocupante da terceira cadeira de Minas no Senado, Clésio Andrade (PMDB) não voou com verba da Casa, segundo sua prestação de contas.(Informações de O Estado de S.Paulo)

A força de uma chuva, a força da tecnologia e a força deste blog até no domingo.

Hoje é domingo, um dia nulo para a internet. No Brasil, onde a maioria das pessoas ainda liga o computador a partir de um escritório da empresa onde trabalha, o domingo serve para provar que ainda há muito o que ser feito para que as famílias comprem e instalem seus PCs e os conectem à internet. Este domingo, contudo, foi atípico. Uma chuva com ventania, ontem,  e seus efeitos, mudaram um pouco a dinâmica do acesso. Também serviu para provar que os recursos tecnológicos de última geração estão ganhando espaço. Veja abaixo um resumo dos acessos de hoje, que passaram da metade de um dia normal de semana, quando os escritórios e empresas estão abertos. Observe a porta de entrada das pessoas neste blog e seus quantitativos. Os números também servem para que todas as partes reflitam: Aquelas que fazem a notícia acontecer; aquelas publicam; as que tentam distorcer os fatos e o leitor, motivo maior de estarmos sempre entrando aqui com alguma novidade.  Perceba que estamos na França e também na Naníbia, sinal de que o mundo mudou. O engraçado é que não cobramos nada por isso. É passa-tempo, prazer.


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PEDINDO UM FAVOR
Hoje é domingo. Você não está ocupado, a não ser com um copo de cerveja, vinho ou uísque. Então, se achar que a imprensa livre de amarras e de contratos merece crescer ainda mais e democratizar a informação, faça um grande favor, prestando relevante serviço à sociedade: COPIE o nosso endereço eletrônoico, aí em cima, e mande para dez amigos com gosto por nosso tipo de informação. Mande como sugestão. Precisamos aumentar a nossa musculatura para os casos e pleitos que seguem.
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